Escrevi o último post sobre estimulação precoce já faz tanto tempo! E ainda muitas mães entram aqui querendo saber deste assunto, agradecem, elogiam. E é pra vocês que eu escrevo este novo post sobre o assunto.
Por mais que eu não tenha mais falado sobre isso aqui, a estimulação precoce continua presente nas nossas vidas.
Em sistemas privados, por já não ser algo necessário, as crianças param com a atividade. Mas na escola pública, sendo algo que faz bem pra nossa filha e que nos ensina muito como pais, fomos incentivados a continuar.
Até andar!
O incentivo principal, depois de a criança engatinhar (pode ser que ela pule esta etapa, mas não incentive isso), é ela ficar mais independente. A Tetê queria só andar de mão dada, mas a gente sempre se afastava por um minutinho (e avisava!) pra ela ir se estimulando. Um belo dia, ela andou! Andou com 1 ano e 1 mês, muita gente na expectativa, mas o mais importante é não pressionar. Andou num tempo bastante normal na média da nossa família.
E depois que anda?
E a gente, que achava que quando anda fica tudo mais simples, ledo engano. Quando anda, em seguida quer correr. E cair. O mais importante, neste caso, é não se assustar! Ir com calma, evitar os machucados, incentivar a independência.
Aí entra também a superação de obstáculos, rampas, solos irregulares (areia, grama). Tudo isso ajuda a firmar o pé, e a perder o nojo pelo diferente (hoje a Tetê mantém o nojo de areia nas mãos, mas nos pés tudo bem! risos).
Ah, e as escadas, tema da foto acima. Incentivamos que ela escale degraus e desça e suba de cadeiras/camas/sofás de forma segura, ou seja, de bruços. Agora mesmo, Teresa com um ano e meio, estamos incentivando que ela suba as escadas em pé. E assim vamos evoluindo!
Pra além das pernas
Também são importantes, nessa fase, brinquedos de encaixar, cores, quebra-cabeças. Ela adora!
Além disso, ama cantar, canta cada vez melhor, faz gestos, fala umas palavrinhas no meio da música. A natação e a igreja ajudam muito nesta parte do desenvolvimento.
(por falar em natação, olha o vídeo da Tetê, de touca – fofa! – , aprontando!)
Também da igreja é o mérito das historinhas que a Tetê sabe. Ela conta junto comigo, em palavras-chave: neném (pra história do neném Jesus), méééé (pro pastor de ovelhas).
E conta também. Até dez! Quer dizer: ou fala um dois, ou dois três, e no final, deeezzzz!

Teresa,
outro dia sonhei com você novamente. Você era do tamanho de um grão de arroz. O que será que isso significa eim?
Aquele dia que caminhei pela avenida cruvinel com você foi muito legal! Vamos marcar um passeio pelas quadras da asa norte?
Beijo