Fim da livre demanda?

Uma foto lindinha, mais em close, da roupa que a Tetezinha usou no domingo, na apresentação na igreja

Teresa foi ao pediatra esta segunda-feira. Está pesando 2,700 kg e medindo 46,7 cm. Agora a gente já tem bem mais coisas para contar sobre ela, mas parece que virou um hábito contar os graminhas que ela ganhou!

A moça está se desenvolvendo tão bem que o pediatra resolveu começar a estabelecer um tipo de rotina para a mãe dela poder descansar (e, quem sabe, começar a postar mais por aqui, né? este post já parece ser uma prova de que está começando a funcionar).

O pediatra quer que a Teresinha mame no máximo 40 minutos de cada vez. Isso significa que, quando der os 40 minutos, a colocamos em pé para arrotar, damos um pouco de consolo e colocamos no berço. Se ela chorar, é pra deixar chorar e fazer um intervalo de meia hora porque, segundo ele, “bebê se educa com o próprio choro”. A ideia não é deixar a bebê passar fome, mas sim educá-la a mamar com mais força e evitar a preguicinha no peito. Ela mama quantas vezes quiser durante o dia, desde que no máximo 40 minutos de cada vez e com um intervalo entre as mamadas de pelo menos 30 minutos.

Daí que começamos a fazer isso. Ai, que dor no meu coração… No primeiro dia, ao vê-la se esguelando, ficamos morrendo de pena e decidimos ir aos poucos. Como ela estava acostumada a mamar uma hora ou mais, decidimos delimitar primeiro em 50 minutos. Aí no dia seguinte já passamos para os 40.

Na prática, eu ainda tenho dúvidas se isso resolve. Na maioria das vezes em que ela quer mais, fizemos o intervalo de meia hora (com um pouco de choro) e depois ela mamou mais. Na prática, acho que acabou mamando a mesma uma hora ou mais.

Só que agora, pela primeira vez, ela chorou após o fim dos 40 minutos de mamada. Eu deixei chorar um pouco e, quando a peguei no colo, ela se consolou sem mamar e dormiu. Será que era só manha que ela estava fazendo? Será que uma bebezinha tão pequena já aprendeu a fazer manha?

Gostaria de ouvir as amigas (e amigos, por que não?) mais experientes neste assunto porque ainda estou em dúvidas do que seria o melhor para a bebê em primeiro lugar.

Enfim, parece que eu começo a retomar minha própria vida nesses dias. Aliás, ontem fui ao salão de beleza pela primeira vez depois de mais de dois meses! Vocês não imaginam minha alegria pela dignidade da minha imagem recuperada! Só é uma pena que minha prima disse que depois que acaba a licença maternidade fica bem mais difícil manter essa dignidade! Ai ai!

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11 respostas para Fim da livre demanda?

  1. Deinha disse:

    Oi Li, fiquei muito feliz em saber notícias da Teresa. Ela está muito linda!!!
    Essa fase é de muitas dúvidas mesmo. Mas minha experiência foi bem tranquila quando o Arthur passou a mamar de 3 em 3 horas. Eu comecei a ter uma rotina mais organizada, conseguia fazer algumas coisas em casa nos intervalos, e principalmente, descansar. Dormia em horários que ele dormia, aliás ainda aproveito alguns dias mais tranquilos pra dar uma dormidinha durante o dia até hoje!
    Bebes choram por motivos mais diversos e nem sempre é fome. Choram porque sentem calor, e não sabem o que é isso; por causa de um barulho diferente, um cheiro esquisito… enfim, eles estão descobrindo o mundo ao seu redor e o choro é a única maneira que tem de se comunicar. Quando temos um horário para dar de mamar, podemos ajudar nosso bebe a aprender sobre as coisas do mundo. Tudo é tentativa e erro… até vc saber o que ela está sentindo, e começar a reconhecer os tipos de choro. E acredite, sempre tem uma manha, um charminho… porque colo de mãe é tudo de bom mesmo. O mais importante de tudo é confiar no seu coração e lembrar que o que funcionou pra mim, pode não funcionar para vc e que não há nada de errado nisso.
    Uma dica de livro que me ajudou muito foi “A Encantadora de Bebês”. Tem dicas muito boas, e outras que a gente deve esquecer depois. Mas me ajudou a identificar o tipo de personalidade do Arthur e como me organizar para atendâ-lo melhor.
    Vc vai sentir saudades depois… curta este momento tão cheio de coisas novas e aos poucos vc tb vai se descobrindo mãe da Teresa, e ficará cada vez mais segura.
    Um beijo grande!
    Deinha

  2. Paloma disse:

    Lidia, já que vc quer ouvir as amigas mais experientes, vou dar minha opinião. Deixe este pediatra para lá (se eu fosse você, nem voltava nele) e pegue a sua filha sempre que ela chorar. Você está de licença-maternidade para cuidar dela, você está aí para isso. Ela tem que ficar no peito quanto tempo ela quiser. Aos poucos, vai ter forças para mamar mais rápido, mas no comecinho é assim mesmo.
    Ela é muito pequena para fazer manha. Se ela chora, é porque tem alguma necessidade (e as necessidades dos bebês são imediatas!), mesmo que seja “só” de afeto e carinho. E peito também é para isso, para dar amor, conforto, afeto, carinho.
    Lembre-se de que era para ela ter nascido faz duas semanas, então é assim mesmo, ela ainda está aprendendo a mamar, no início é demorado. E ela precisa muito de você, não só para se alimentar.
    Outra coisa: é a livre demanda que vai regular a sua produção. Se você começa a estabelecer horário, ela não se satisfaz completamente e sua produção pode diminuir.
    Desculpa o comentário enorme, mas achei esta frase do pediatra o fim, ainda mais em se tratando de um bebê prematuro que está ganhando peso lindamente só no peito (e em time que está ganhando não se mexe, ora)!
    Beijos

  3. Luíza Diener disse:

    se tem uma coisa que eu me arrependo AMARGAMENTE é de ter colocado rotina com restriçoes de horário de mamada no benjamin. sério!

    concordo com tudo que a paloma escreveu acima. aliás, foram essas mesmas palavras que me ajudaram a decidir afinal o que eu deveria fazer pelo benji.

    quando o benjamin completou 1 mês, a médica falou pra colocar uma rotina nele, pra mamar entre 3 ou 4 horas. me animei com a ideia e tentei colocar em prática. ele chorava muito de fome. mesmo assim, ganhou 1 kg em 1 mês. achei então que a coisa tava funcionando.
    mas sentia lá no fundo que não estava fazendo o melhor pra ele.
    aí tentei voltar a deixá-lo mamar quando quisesse, mas seguindo a ordem da rotina (mama, brinca, dorme e começa outra vez). no começo ele parou de mamar de 3h em 3h pra mamar de 2h em 2h, depois em intervalos de 1h30 e chegou vezes que 3o min depois ele já queria mamar mais.
    pirei e achei que nunca mais faria nada na vida.
    aí ele foi regulando aos poucos. em um mês engordou quase 1,5 kg e cresceu 5 cm. ficou uma bolinha.
    agora ele está mais tranquilo. tem vezes que fica 3h e até 4h sem pedir pra mamar. às vezes são só 2h e outras 1h30. mas num geral ele mesmo está espaçando os horários das mamadas.
    às vezes acorda à noite, outras não.
    já passou umas 3 noites seguidas dormindo a noite inteira, mas em geral acorda umas 2h da madruga e depois às 6h.

    sou super a favor de respeitar o ritmo dos bebês.
    ainda mais a tete, que veio ao mundo em condição especial. tudo que ela mais precisa é de você, do seu colo, do seu leitinho e aconchego.

    mas assim, confesso que as vezes até dou uma mini enroladinha pro benjamin mamar (tipo se eu quero terminar de almoçar ou ver meu email), mas nunca deixo ele chorar de fome.
    mas pra ser bem radical, sou totalmente CONTRA regular tempo de mamada. deixa mamar o tanto que ela precisar, especialmente porque o leite depois dos 15 minutos (dependendo da frequencia da mamada) é mais rico em gordura é o que vai dar peso pra teresa. se ela demonstrar estar farta, põe pra arrotar, mas se ela pedir peito de novo, dá de novo. às vezes os gases podem dar a sensação de fastio.
    e eu só troco de peito se esvaziar a mama, o que na verdade nunca aconteceu.

    sabe aquele medo que o povo põe de casamento, de vc ser uma esposa submissa e tal? não sei se rola com você, mas sempre ouço coisas meio que pra treinar o hilan pra ele nao se acostumar e ficar um marido folgado e lá lá lá. mas na verdade ele é um ótimo marido e participativo. mas as pessoas tem medo de casamento, tem medo de esposa que ama e agrada o marido.
    e fazem a mesma coisa com os filhos. têm medo de entregar-se aos filhos e estragá-los.
    mas eu conheço um pai que se entregou literalmente de corpo e alma e nunca vi amor maior que esse. que usemos o exemplo dEle (tá! fui longe demais! ahahahhah!)

    ai, lidia, desculpa o texto enorme, mas é porque foi algo que eu me arrependi muito de ter feito com o benjamin, então quis compartilhar com você pra que isso seja uma decisão pensada e repensada por você, não apenas pelo pediatra.

    bjos! amo vocês 3!

  4. Carol disse:

    Li, querida, se eu puder pitacar também, já que vc pediu (rs!), também não voltaria mais nesse pediatra. Te falo com segurança: quando for manha, vc vai conseguir identificar. E manha mesmo rola perto do baby completar um ano, e olhe lá!! A Tete tem fome, tem vontade de ficar com vc, quer se alimentar de afeto e carinho. Não põe limite nenhum, não! Olha, eu sei como é cansativo. Eu fiquei acabada e acho até que fiquei meio deprê no começo. Mas muito rapidamente as necessidades vão mudando, mamadas espaçando e tudo entrando nos eixos.
    Se eu fosse você, quando batesse uma vontade louca de fazer a unha e sair-de-casa-pelo-amor-de-deus, eu tiraria um pouquinho de leite e deixaria pro Dani ou alguém dar num copinho pra Tete. Assim vc se revigora, espairece e volta descansada pra recomeçar. No mais, daria peito quanto ela quisesse. 🙂
    A Paloma e a Luisa, que comentaram antes de mim, moram aí em BSB, não? Pede indicação do pediatra delas!! Esse aí foi esquisito mesmo – se ele já é general assim com a Tete pequerrucha, aos 6 meses dela mais ou menos é capaz dele mandar vc criar o cantinho do castigo…. rs
    Amanhã embarcamos pra Salvador. Sentiremos sua falta por lá!!!! Ju tá que não se aguenta de alegria.
    Um beijo enorme,
    Carol e Clarinha

  5. Vania Negri Martins Fontes disse:

    Oi, Lídia!!!!
    Já comentei no seu post, mas quero deixar outro comentário aqui. Lá vai:
    Essa é uma eterna discussão. Vc ouvirá muuitas opiniões diferentes, pois cada pessoa tem uma visão e vivenciou uma experiência diferente com relação a isso.
    Por isso te digo: Faça o que seu coração mandar, vá seguindo seus instintos e o que lhe parecer mais coerente.
    Se vc confia no seu pediatra, siga as orientações dele. Se não tem certeza, ouça outra opinião (médica).
    Pense na Teresa, mas tb pense em vc para poder pensar nela. Bebês precisam de mães tranquilas e com um mínimo de disposição.
    Não sei como será sua rotina no retorno ao trabalho, mas ouvi um conselho muito sábio uma vez, que me dizia para não exagerar no “aconchego” e me tornar uma “chupeta humana”, pois ele é quem sofreria nas 6 horas de minha ausência. O peito deve ser fonte de alimento, e tb acolhimento, mas durante o tempo necessário para que eles se alimentem.
    Enfim, tive uma boa experiência com o estabelecimento da rotina. Nós dois ficamos mais tranquilos e seguros, e até o processo de digestão dele melhorou.
    Espero ter ajudado!
    Beijosssss

  6. Com certeza Teresinha ainda é muito pequena pra fazer manha. Eu acredito que bebês dessa idade só chorem por necessidade. Nesse caso pode até ser necessidade de colo, porque colo também é uma necessidade, ué. Enfim, minha opinião tem menos credibilidade que a das mães experientes, pq eu nunca amamentei e, portanto, não sei o quanto dar de mamar muito tempo pode ser cansativo (mas vc pediu opinião dos amigos tb, né? então me senti autorizado ao pitaco). Mas desconfio sempre de qualquer orientação que envolva deixar o bebê chorar. Não acredito em abordagens desse tipo. Talvez seja possível educá-la a mamar mais eficientemente, não sei, mas não acho que deixar chorar seja uma boa solução. Acho que tentar consolá-la de outras maneiras, dando mais colo e carinho, seja melhor pra ela (e pra vcs também). Mas no fim quem tem que avaliar isso mesmo são vocês. Acredito na sabedoria do instinto dos pais (e das mães principalmente). Não sigam orientações desse tipo do pediatra se vcs sentirem que algo não está certo. Beijos.

  7. lia disse:

    Vou ter de discordar veementemente do seu pediatra e assinar embaixo do que a Paloma disse. Melhor pecar pelo excesso. Além do mais, o aleitamento exclusivo passa voando, e depois só deixa saudades. Não deixa esse médico judiar da Tetê. Vou te mandar dois livros pra você ler enquanto amamenta.

  8. lidianeves disse:

    Na verdade, gente, o que está acontecendo por enquanto é que ela realmente está mamando dentro dos 40 minutos. E quando não mama, a meia hora que o pediatra pediu para dar de intervalo entre uma mamada e outra é o tempo de colocar pra arrotar, trocar a fralda e fazer um carinho.
    Se o pediatra tivesse falado pra fazer um intervalo de 3 horas, eu teria dito pra ele: “cê tá bem louco, passar bem!”. Porque eu tenho CERTEZA que não seria bom pra minha filha.
    Acho que mamar de 40 em 40 minutos é uma opção mais razoável – tem ajudado na digestão da Teresa, ela tá golfando bem menos.
    Na verdade, no momento em que eu vir minha filha com fome, como foi da primeira vez em que eu quis tirá-la do peito, eu vou ignorar a sugestão do pediatra. Não estou disposta a ver minha filha se esguelando por horas a fio. Mas como disse a Luíza, tudo bem deixá-la esperar por 5 minutos (acho que foi o tempo que ela ficou chorando ontem).

    No mais, vou ler os livros que a Lia me mandou e pensar.

    Acho que o próprio bebê vai se organizando pra mamar mais rápido e forte e acho que é isso que está acontecendo com a Teresa. Nitidamente ela tem horas de mais fome (ontem à noite ela mamou umas 4 vezes seguidas, no esquema mama 40 + descansa 30 – e o intervalo ela fez porque quis).

    Resumidamente, por enquanto eu acho que é a Teresa que está organizando o horário de mamada dela em nome de uma boa digestão e nutrição sem tantas golfadas, na mesma linha do que o pediatra propõe, e se for isso, ok, nota mil! Fica sendo a livre demanda, de uma forma mais rápida. Tá valendo, né?

    Beijos e obrigada por todos os comentários!

  9. Nath disse:

    Querida, eu não faria isso também não. A Tetê é muito pequena e ainda precisa muito de você. É cansativo no começo, mas daqui a uns dois meses ela mesma vai te mostrar a rotina dela. Eu tentei colocar horários (porque o Tomas ficou com icterícia muitos meses e não podia pular mamadas) mas desisti rapidinho. Não durou nem uma semana. Achei a livre demanda libertadora, na verdade, e muito mais natural. Aos poucos, eu fui percebendo que o Tomas foi fazendo os horários dele (que nunca foi de três em três horas, mas chegou a ser um horário bastante regular que deu para reorganizar a nossa vida muito bem). Tem bebê que mama mais de manhã, outros mamam mais à tarde; tem épocas que eles têm mais sede, outras em que eles só querem ficar perto da gente; tem as fases de crescimento em que eles mamam mais que o normal; tem horas que eles só querem um lanchinho e outras um almoção. Se você começar a impôr horários, tudo isso vai passar despercebido. A gente que é grande e tem horários, não tem fome de três em três horas – porque uma bebê que acabou de chegar ao mundo e só conhece seu cheiro, sua pele e seu peito, vai se encaixar nisso? Imagina alguém dizer pra você: Lídia, você só pode comer durante 20 minutos, e puxar seu prato quando você ainda não está satisfeita! Não faz sentido pra mim.
    Além disso, se ela ainda não mama de forma eficiente, é porque não está pronta para fazê-lo. Limitar o tempo do peito, não vai acelerar o fortalecimento da musculatura do maxilar (eu diria que é até o contrário). Respeite o ritmo dela. Você está de licença-maternidade, é hora de conhecer a sua bebê e oferecer a segurança e a constância da sua presença para ela. Aproveite esse mundo paralelo que é o começo da amamentação. Se você ficar muito cansada, peça ajuda para alguém ficar com ela, trocar fralda, dar banho, enquanto você descansa e recupera forças para as próximas mamadas.
    Eu sei que a gente se sente um peito ambulante nesse início, mas vai passar. É um esforço que vale a pena! Já, já ela está mamando em muito menos tempo, naturalmente.
    Desculpe o testamento.
    Beijos para os três,
    Nath

  10. Ligia disse:

    Lidia querida! Vou aproveitar este espaço pra falar mais um tiquinho… Não sobre livre demanda, pois aqui me identifiquei com várias falas e assino embaixo do que dizem a Paloma, a Luíza, a Lia, a Nath etc. É q

  11. Ligia Ximenes disse:

    Ih, eu tinha escrito tantas coisas na tentativa de completar o comentário… Ai, que ódeo desses formulários que fazem a gente perder tudo! Lidia, ia falar de birra, que isso é pauta importante para hoje e sempre… Ia dizendo que não. Eu acredito piamente que nossos filhos são pessoas sábias, generosas e que sabem nos perdoar… coisas, aliás, que às vezes vai se perdendo na gente conforme a gente vai criando casca pra se proteger do mundo. Isso vale uma reflexão: haverão momentos em que você vai achar que errou na mão, que deu colo demais. Nas semanas em que Teresa crescer muito e também quando ela estiver prestes a fazer alguma coisa nova e importante: rolar hoje, sentar amanhã, depois engatinhar etc e tal. Nessas horas ela vai demandar mais carinho de vocês, pois se sentirá ainda insegura. Colo ajuda nossos filhos a superarem essas coisas – e não vicia, viu? Palavra de mãe!

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