As primeiras aventuras de uma viajante nata

Nossa linda - e gorda! - hoje, na rede, antes dos exames de sangue...

Pois é, gente. Já faz uma semana que nós voltamos de São Paulo e nada de eu contar as novidades por aqui. Eu queria ter aparecido antes, mas sabe como é, a vida anda bem corrida.

Maria Teresa (que, aliás, estava com 5,650 kg na 4a passada, e 59 cm) tem me ocupado bastante, não tem sobrado tempo para blogar. Ela tem crescido muito rápido e, por isso mesmo, tem tido uma alteração na composição sanguínea: o índice de fosfatase alcalina em crianças costuma ser de até 390 e o dela, que já costumava ser um pouco maior que isso, agora disparou de vez e chegou a 1480. Coisa rara, hoje ela teve que fazer mais exames de sangue (na veia, no braço). E dói, a pessoinha grita muito, fica magoada, quer consolo (= colo), e eu? Dou colo.

Na semana passada, foi a vacina – a tetra acelular. Ainda assim, deu bastante reação. Agruras de uma mãe de bebê prematura…  Durante uns 4 dias ela ficou enjoadinha.

E quando desenjoou, ficou insana! Queria brincar muito, o tempo todo, e comigo. Aprendemos brincadeiras novas na estimulação precoce (que começou na semana passada – vai valer um post à parte) e mesmo, assim, foi difícil dar uma canseira na Tetê. Agora, parece que a cansamos de vez. Ela foi dormir hoje às 19 horas e sobrou tempo pra eu fazer bastante coisa… (noite passada ela dormiu 7 horas seguidas. Aprendeu esta façanha em Sampa, na casa da vovó Amélia e do vovô Jorge).

Viagem a Sampa – parte 1: os preparativos e o trajeto

"Foi com medo de avião..." A primeira viagem com a Tetê até que foi bem tranquila!

Bom, feita esta pequena regressão, vamos às novidades. Maria Teresa fez sua primeira viagem de avião! Isso foi no dia 5 de fevereiro, já faz tempo, né?

Foram muitos preparativos! Eu fiquei praticamente uma semana pensando em como ia ser, como fazer as malas, o que levar, etc, etc.

Para quem chegar aqui atrás de dicas: nos recomendaram levar 3 roupas para cada dia que ela passasse lá, considerando um pouco menos para o caso de poder lavar por lá. Essa conta tá certíssima, mas se você for para um lugar calorento, considere 2,5 roupas por dia, porque parte do dia o bebê fica só de fralda. E se for para a praia, biquíni também conta como roupa! A Maitê só colocava roupa pra dormir! Ah, e também podem entrar nessa conta aquelas 2 ou 3 roupas de frio que você leva só por precaução – e acaba usando no avião.

Fizemos as malas, levando roupas, toalhas fralda (as toalhas de fora, pegamos emprestadas na casa dos pais e no hotel), fraldas de boca, um pacote de fraldas descartáveis e uma necessaire com tudo o que poderia ser necessário: pomadas, ítens de higiene (levamos os da Tetê e usamos esses também, por exemplo o shampoo), ítens de sobrevivência à seca (só o ar condicionado é seco em São Paulo!), ao calor, às dores recorrentes (exemplo: cólicas).

Ufa! Isso além de algumas lembrancinhas pra amiguinhos que iríamos conhecer, lembrancinhas para os eventos de apresentação da Tetê, devolução de roupas emprestadas, e as minhas coisas e do Dani, que tentamos ao máximo reduzir.

Não precisamos levar bebê conforto, porque minha prima emprestou, mas levamos o carrinho – inclusive pra Tetê dormir na minha sogra. Minha sogra e minha mãe compraram banheiras, e meus pais compraram também um berço portátil, que é algo muito legal de se ter.

Com isso, embarcamos com 2 malas, 1 carrinho, 2 mochilas e 1 bebê a tiracolo. A Teresa resolveu mamar no saguão do aeroporto, tentei dissuadi-la, mas não foi possível. Assim, quando chegou a hora de o avião levantar voo, ela já estava totalmente saciada. Mesmo assim, insistimos pra ela pegar o peito, e acho que ela entendeu. Ela deu algumas mamadas fraquinhas durante a decolagem, e foi suficiente. No pouso, também mamou na boa.

Mais engraçado foi na volta, que na hora de pousar, ela viu que eu estava super empenhada em fazê-la mamar e deu de rir! Não pegava o peito de jeito nenhum e olhava pra mim gargalhando, como quem diz “mamãe, ficou louca? nunca vi você me oferecendo tanto peito!”

É isso, nossa filha nos puxou, está pronta para viajar por aí. Quer dizer, desde que seja poucas vezes, porque é cansativo, e ela demorou pra se adaptar a cada mudança de cama. Além do calor, insuportável e úmido, bem diferente do calor que estávamos enfrentando em Brasília.

Calor que levou Teresa a conhecer o ventilador de teto, que ela amou! Ela ficou achando que era um móbile. Quando o ventilador estava parado, ela olhava para ele e gritava, pedindo para mexer! Quem aguenta essa fofurice?

Por hoje é só, pessoal! Pretendo voltar em breve! beijos

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12 respostas para As primeiras aventuras de uma viajante nata

  1. Cássia disse:

    Lidia, ela tá absolutamente LINDA! 🙂

  2. a foto dela na rede está muito fofa!
    quero saber de outras partes da viagem, tipo a praia. tem foto da teresa de biquini?!

  3. Karla Wathier disse:

    Lídia, ela está simplesmente LINDA! E com uma carinha de sapeca!!! Beijos

  4. Gente… Ela estah linda!! E que bochechas!!

  5. vovó Amelia disse:

    e a cara de sapeca?!!!! É tudo de bom…. Não resisto

  6. Hahaha. Que engraçado ela rindo da sua cara (e te chamando de louca…)! Emília também adora um ventilador de teto e, quando vê parado, pede pra mexer.

  7. Mariana Martins disse:

    Lídia, Maitê está muito linda!
    Preciso ir ai mais uma vez.

    Beijos

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