Do dia em que minha filha passou de ano

Teresa de uniforme e de faixinha no cabelo, tomando água e comendo banana

De uniforme: agora temos uma criança grande!

7 de maio. Este foi o dia em que nossa filha passou de ano. O fato nos foi anunciado com algumas (uma e meia) semanas de antecedência, em uma reunião de pais em que eu recebi um caderno com os trabalhinhos da nossa filha. #quasemorri de tanto orgulho!

Tinha acontecido um outro presságio na igreja, duas semanas antes de passar de ano: ela enjoou da classe do berçário, assim, sem mais. Começou a gritar e não era fome, nem sede, nem mamá, nem vontade de algum brinquedo. Era assim, passou de ano e pronto. E foi do berçário pro maternal na igreja, feliz.

Teresa brincando com os talheres de cozinhar

Ei! Alguém me salva! Quero fazer mais bagunça!

Assim que quando a tia da escola, cuidadosamente, me disse que era hora de a Tetê passar de ano, não titubeamos e falamos “ok”. Com isso, veio o pacote: uniforme, pontualidade (na chegada E na saída, que difícil!), entrar sozinha na sala…

Nos primeiros dias, ela chorou, não queria ir, eu saía com o coração partido. Aí eu me perguntei: o que posso fazer para minha filha ficar mais feliz com a escola? O que faria ela entender que passar de ano é bom? Observando as outras crianças e falando com alguns pais, decidimos comprar uma mochilete, ou mochila de arrastar. Só que eu comprei pela internet e demoroooou a chegar! Aí eu peguei uma bolsinha de festa e dei pra Tetê arrastar. Ela foi logo no armário falando “bolsa, bolsa!” e adorouuuu a ideia! Antes mesmo da mochila chegar, em cerca de 10 dias, a Tetê já estava adaptada!

Minha mãe, vendo meu sofrimento ao deixar a Tetê chorando, me contou que chorou quando eu passei pra quinta série e, estudando de manhã, ia voltar sozinha de ônibus pra casa. O cordão umbilical vai se rompendo aos pouquinhos…

E com a passagem de ano, muita evolução à vista! Uma vontade louca de desenhar (e uma mesinha no quarto!), brincadeiras de correr, vocabulário riquíssimo!

Adoro as seguintes palavras:

papato (sapato)
tataia (sandália)
pepé (algum sapato diferente)
bocoto (biscoito)
popoca (pipoca)
bolo (pode ser bolo ou qualquer coisa redonda, como caqui, uva, tomate cereja ou pão!)
palá (passear! sempre)
usto (susto)
oto (outro)
carco (com r de carioca, quer dizer chocalho!)
anhão (avião)
olha (pode ser “roda”, orelha, olha…)

além de lua, porta, bolsa, água, xixi, cocô,  mais, caiu (serve também pra quando ela joga de propósito algo no chão, ou mesmo quando ainda quer jogar), mão, pé, boca, olho, mamão… todas essas ela fala bem lindamente!

e fala dodói, tadinha. caiu um dia na rua e ficou traumatizada. pior foi o dia em que ela caiu da minha cama, semana passada. minha cama é alta, ela caiu depois de mamar, foi um susto enorme, mas graças a Deus não aconteceu nada mais grave! (aí fui eu que fiquei traumatizada!)

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2 respostas para Do dia em que minha filha passou de ano

  1. vovoamelia disse:

    Um avó tem tanto que falar , que nem cabe em comentários!! Mas, numerar me ajuda (rsrsrsrsr..)
    1- minha palavra predileta é bobó ( aqui me acho…) e a pior é xau (hora de desligar o skype..)
    2- a atração pela gaveta de utensílios da cozinha, é por conta do DNA da tia Marina… incrível!!!
    3- cada vez que a encontro é uma neta diferente, muito mais madura… mas o sorriso é o mesmo. Bom demais estar com vocês!!!!!

  2. karla wathier disse:

    Que delícia, Lídia! E vai só melhorando! Menina é bom demais, eu AMO! Beijos

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